sexta-feira, 25 de março de 2016

Resenha: Perdido Em Marte - Andy Weir




Título: Perdido Em Marte
Autor: Andy Weir
Páginas: 336
Edição: 2ª
Editora: Arqueiro
Ano: 2015
Gênero: Ficção Científica


Sinopse: Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho.
Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente.
Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate.
Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico – e um senso de humor inabalável –, ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência.
Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para
entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá.
Com um forte embasamento científico real e moderno, 'Perdido em Marte' é um suspense memorável e divertido, impulsionado por uma trama que não para de surpreender o leitor.



Sensacional! É o que tenho a dizer sobre este livro.
Não costumo ler livros do gênero, mas quando soube que a adaptação cinematográfima, estrelada por Matt Damon, seria lançada em 2015, não hesitei em ler o livro. E acertei em cheio.

A missão Ares 3 de Marte deveria durar 31 dias, não fosse pela tempestade de areia que os atingiu no sexto dia de expedição. Mark Watney, um dos tripulantes da equipe, é arremessado com a força do vento e tem seu traje perfurado, perdendo assim o contato com os demais, que após muitas tentativas sem sucesso de contatá-lo ou encontrá-lo partem deixando seu "corpo" para traz.
Então, Mark acorda sozinho em Marte. Sem poder se comunicar com alguém da Nasa e o pior, sem comida suficiente. Dá pra imaginar?

Porém, suas habilidades em engenharia mecânica e botânica salvarão sua vida. Temporariamente.
O senso de humor do nosso protagonista é o que faz com que nos prendamos à leitura de mais de 300 páginas que só aumentam a tensão a cada capítulo. A narrativa pelo ponto de vista de Mark, da equipe da NASA e pela tripulação da nave que está voltando à Terra é tão inteligente que você não consegue largar o livro.

Tem muitas explicações técnicas que, talvez, poderiam ser poupadas. Mas não faz com que a leitura não seja fluida. Mark é um cara otimista e muito bem humorado. Você se vê com o personagem, faz os cálculos com ele, analisa as idéias dele e, claro, torce muito pra que ele saia vivo dessa.


Se eu voltar à Terra, vou ficar famoso, certo? Um astronauta destemido que venceu todas as adversidades, não é? Aposto que as mulheres gostam disso. Mais uma motivação para permanecer vivo.

Recomendo muito esta leitura. O filme também é sensacional. Então, assista!






3 comentários:

  1. Oi, Lullys!
    Não gosto muito de histórias desse tipo, mas a sua resenha me convenceu a dar atenção a esta. Imaginei aqui como pode um cara ficar sozinho em outro planeta, sem comunicação e sem alimentação. Complicado, né?
    Mas fiquei feliz em saber que o bom humor está presente no livro e que o filme é sensacional também!
    Valeu a dica!

    Beijos!

    Karla Samira
    http://pacoteliterario.blogspot.com.br/

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  2. Hello Lullys tudo bem, eu ainda não tive a oportunidade de ler o livro, mas quero muito conhecer a escrita do autor. Eu vi o filme no cabine imprensa e gostei muito dos atores que selecionaram. A trama é muito divertida e tensa na medida certa. Sua resenha ta ótima. Bjkas

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  3. Oi!
    Eu já assisti o filme e gostei bastante. Realmente, é o humor de Mark que nos conquista e que nos faz torcer cada vez mais para que tudo dê certo para ele!
    Bom saber que o livro segue com esse humor! Tenho certeza que deve ser ainda mais emocionante, agoniante e deve envolver o leitor ainda mais que no filme!
    Beijos,
    Déia
    Own Mine

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